Fado Maluda, letra de Rosa Lobato de Faria

Fado Maluda
Letra de Rosa Lobato de Faria

Nasceu guardiã dos sonhos
Tem a magia nos olhos
Traz os segredos na mão
Torna Lisboa mais belaQuando pinta uma janela
Logo se abre o coração
Torna Lisboa mais bela
Quando pinta uma janela
Logo se abre o coração
São quiosques, são telhados
E há pardais alucinados
Embriagados no Tejo
E uma cegonha perdida
Confusa, pediu guarida
Numa tela de Além Tejo
E uma cegonha perdida
Confusa, pediu guarida
Numa tela de Além Tejo
Tonalidades secretas
Azuis de Prússia, violetas
Ardências de chão queimado
E onde a noite princípia
Para não morrer a magia
Pousa os pincéis, canta o fado
E onde a noite principia
Para não morrer a magia
Pousa os pincéis, canta o fado

Fado incluído no album “Fados”, de Carlos Zel
Letra: Rosa Lobato de FariaMúsica: Carlos da Maia© BMG Ariola, 1993

Separador RTP2 n.4 – Amália Rodrigues

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Amália Rodrigues #2

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Amália Rodrigues #2
Tinta sobre papel, s.d.
Colecção particular, Lisboa

Amália Rodrigues #1

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Amália Rodrigues #1
Tinta sobre papel, s.d.
Colecção particular, Lisboa

Amália Rodrigues

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Amália Rodrigues
Óleo sobre tela, 1964, 94x67cm
Colecção Fundação Amália Rodrigues, Lisboa

Número atribuído (retratos): 9

Logo Amália Rodrigues – 50 anos

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Logo para comemoração dos 50 anos de carreira de Amália Rodrigues
Tinta sobre papel vegetal, 1989
Colecção particular, Lisboa

Sem título #3

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Sem título #3
Simbologia Maconde com a inscrição: «Para a Amália: Painel em miniatura mas com amizade em tamanho natural»
Gouache sobre papel, 24x29cm
Colecção Fundação Amália Rodrigues, Lisboa

Capa para disco de Amália Rodrigues, Natália Correia e Ary dos Santos

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Capa para disco “Cantigas d’Amigos”, de Amália Rodrigues, Natália Correia e Ary dos Santos
EMI Valentim de Carvalho – LP 33rpm
Técnica mista, 1971

Brejão

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Brejão
Tinta sobre papel, 1975, 30x40cm
Colecção Fundação Amália Rodrigues, Lisboa

Raúl Solnado

Raúl Solnado
Raúl Solnado
Óleo sobre tela, 1966, 65x54cm
Colecção particular, Lisboa
Número atribuído (retratos): 16

"Os quadros de Maluda são um hino, um louvor à vida, ou seja à construção do abrigo humano". Maria Helena Vieira da Silva