Capa de “Fados”, de Carlos Zel e Rosa Lobato de Faria

Capa para o album “Fados” de Carlos ZelBMG Ariola, 1993Original: Óleo sobre telacarlos zelFado MaludaFado MaludaLetra de Rosa Lobato de FariaNasceu guardiã dos sonhosTem a magia nos olhosTraz os segredos na mãoTorna Lisboa mais belaQuando pinta uma janelaLogo se abre o coraçãoTorna Lisboa mais belaQuando pinta uma janelaLogo se abre o coraçãoSão quiosques, são telhadosE há pardais alucinadosEmbriagados no TejoE uma cegonha perdidaConfusa, pediu guaridaNuma tela de Além TejoE uma cegonha perdidaConfusa, pediu guaridaNuma tela de Além TejoTonalidades secretasAzuis de Prússia, violetasArdências de chão queimadoE onde a noite princípiaPara não morrer a magiaPousa os pincéis, canta o fadoE onde a noite principiaPara não morrer a magiaPousa os pincéis, canta o fadoFado incluído no album “Fados”, de Carlos ZelLetra: Rosa Lobato de FariaMúsica: Carlos da Maia© BMG Ariola, 1993

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"Os quadros de Maluda são um hino, um louvor à vida, ou seja à construção do abrigo humano". Maria Helena Vieira da Silva